E na guitarra, Pepeeeeuuuuu!!!!!
Vi no Trabalho Sujo.
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segunda-feira, 22 de outubro de 2012
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Presentinho
Bom, e como hoje é meu aniversário, deixo esse presentinho para quem perde preciosos minutos lendo esse blog.
Obrigado mesmo!
Volto na segunda.
Também vi no Dangerous Minds.
Abs.
Obrigado mesmo!
Volto na segunda.
Também vi no Dangerous Minds.
Abs.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Pra passar mal!!!
O Matias disse lá no Trabalho Sujo, Budos Band em São Paulo nos dias 24 e 25 de agosto, no Sesc Pompéia, claro!
É óbvio que não estarei em São Paulo nesses dias!
Se você estiver por aqui (viu Mr. Victor), vai lá que será imperdível.
Eu juro que ainda vejo esses caras em NYC!!!
Enquanto isso, curte essa resenha aqui, tirada do blog Don´t Sleep Till Brooklyn (mas já tinha lido na Radiola Urbana há um tempão):
"É impressionante, sempre que a gente toca cai uma tempestade, como se a gente chamasse a chuva!" disse Rob Lombardo, um dos percussionista da Budos Band. "Acho que vocês estão batendo nas congas com muita força", eu respondi, e disse que achava pouco provável que naquela noite isso fosse se repetir. Ele balançou a cabeça, descrente, disse um "vamos ver" de quem duvidava.
O clima estava perfeito para um passeio de barco pelo East River. O calor abafado novaiorquino era equilibrado pela brisa do rio. Só o passeio noturno, que tinha no itinerário as pontes de Williamsburg, Manhattan, Brooklyn, e uma passadinha pela Estátua da Liberdade (sem dizer o skyline delirante de NY), já seria um programa bacana. Mas os caras, num surto de crueldade, decidiram colocar a Budos Band para tocar durante este trajeto.
As 21h00 pontualmente toca a trombeta do Half-Moon anunciando a partida e todos celebram. Pouco depois de sairmos do cais, os músico já tomavam seus lugares. Uma introdução que já deixou o Half Moon chacoalhando junto mostrou a que o Budos tinha vindo. Um show tomado de climas impressionantemente visuais, como trilha sonora de um filme blaxploitation imaginário rodado no deserto do Sahara, tocados com uma fúria tamanha que a profecia se concretizou: no meio de "Cairo", uma das inéditas do show, vem uma tempestade não se sabe de onde (!!!) que lava parte da bateria e dos percussionistas. Mas eles não se abalam nem param. O público vai ao êxtase antes mesmo do show começar propriamente!
Aí se seguem "Scorpion" e "Mas o Menos" e o público já esta totalmente ganho. Os solos são contagiantes, não tem um ser parado no barco – mesmo porque nem o barco fica parado! Músicas do primeiro e do segundo discos são intercaladas com inéditas que anunciam um outro ótimo disco da Budos. Jared Tankel, sax barítono e condutor da banda comenta que pelo visto as pessoas aprovavam as músicas novas, o que é respondido pelo público com entusiasmo. E eles descem mais a mão, com "Eastbound", do primeiro disco.
Um pequeno break deixa todo mundo se olhando, alguns se perguntam "vc viu isso?" como se presenciassem uma visita alienígena. Tem um clima de momento único no ar, realmente!
Acordes de guitarra anunciam que eles estão a postos novamente. Todos que estão no andar de baixo do barco se apressam, ninguém quer perder nada. Teclado e guitarra fazem uma introdução arrastada de "The Volcano Song" seguida pelo afoxé de Rob, esperando os outros músicos se posicionarem... explodem os sopros e o clima é retomado de onde parou, como se o break não tivesse acontecido. Sem dar tempo de ninguém pensar demais, "Ride or Die" vem derrubando a porta, bem no instante que passamos sob a ponte de Manhattan. Todo mundo delira, grita, inclusive os músicos. Ao fim da música, Jared fala "Queria agradecer vocês por terem ficado para nossa segunda entrada..." e todos riem, já que nem teriamos muita opção. Mas garanto que mesmo se tivessemos, ninguém arredaria o pé dalí. Enquanto todos comentam a piada, "King Kobra" começa, fazendo a trilha para a vista da ponte que passa e o skyline. É indescritível a mistura.
Duas outras inédita devolvem o clima de festão, mas Jared ainda não está satisfeito. "Acho que já é hora de tocarmos um hit". Thomas Brenneck (também guitarrista dos DapKings), começa a tocar "My Girl" do Temptations, que vai se transformando em "His Girl", essa da Budos Band.
Enquanto eles tocam outras inéditas, a Estátua da Liberdade vai passando e, coitada, o show está tão mais interessante que pouca gente parece se importar com ela.
A última música é anunciada, sob protestos. Eles rebatem, "po, foram 2h20 de show!". Caramba, foram mesmo! Parecia menos de 1 hora! "Up from the South" é celebrada até a última gota, todos sabem que terão de levá-la pra casa. Os músicos não fazem por menos e tratam-na com carinho, se esmerando nos solos, culminando num final triunfante. Todos aplaudem extasiados, agradecem muito. Eles retribuem e dizem que tiveram uma noite inesquecível.
Segue uma fila para a saída; um cara e a namorada me perguntam de onde eu sou. Respondo e eles perguntam se eu achei tudo o que eles acharam do show. É claro que eu confirmo, mas eles achavam que como temos carnaval isso seria algo muito "branco" pra gente (vai entender). É realmente intrigante não ter nem um negro na Budos Band, mas acho que isso não significa nada. Eles também se espantam de saber que eu conhecia a banda já no Brasil, se aqui mesmo eles ainda são obscuros (de certa forma). Um outro cara se apresenta, Oyebade, diz que é "ethnomusicologist" (caceta!) nigeriano, estava morando na América, estudava a herança de Fela e o Afrobeat e achou interessante as pessoas conhecessem afrobeat no Brasil. Eu disse que não era bem assim, que a gente se esforçava para divulgar mas ainda era pouca gente que dava o devido valor. Seguimos juntos em direção ao metrô, falando disso, e de como o Fela ainda tinha muito a dar e ser divulgado.
Antes de chegarmos na estação da 6th ave com a 23th, uma barreira policial. Nos perguntamos o que seria; "It's New York", Oyebade resume. No despedimos e fomos cada um pra um lado pegar seus trens em outras estações. Curioso que sou, voltei até um cara que contava pra todo mundo o que vira. "Choveu tanto e tão forte que um galho caiu em cima de um taxi que passava na rua!". Ele contava a história entusiasmado, como se fosse a única testemunha de um fato histórico e que sua função era espalha-lo. Eu ri, acho que sei mais ou menos como ele se sentia. Eu passei pela mesma coisa nesta noite. E acho até que sei o que causou esta chuva toda..."
É óbvio que não estarei em São Paulo nesses dias!
Se você estiver por aqui (viu Mr. Victor), vai lá que será imperdível.
Eu juro que ainda vejo esses caras em NYC!!!
Enquanto isso, curte essa resenha aqui, tirada do blog Don´t Sleep Till Brooklyn (mas já tinha lido na Radiola Urbana há um tempão):
"É impressionante, sempre que a gente toca cai uma tempestade, como se a gente chamasse a chuva!" disse Rob Lombardo, um dos percussionista da Budos Band. "Acho que vocês estão batendo nas congas com muita força", eu respondi, e disse que achava pouco provável que naquela noite isso fosse se repetir. Ele balançou a cabeça, descrente, disse um "vamos ver" de quem duvidava.
O clima estava perfeito para um passeio de barco pelo East River. O calor abafado novaiorquino era equilibrado pela brisa do rio. Só o passeio noturno, que tinha no itinerário as pontes de Williamsburg, Manhattan, Brooklyn, e uma passadinha pela Estátua da Liberdade (sem dizer o skyline delirante de NY), já seria um programa bacana. Mas os caras, num surto de crueldade, decidiram colocar a Budos Band para tocar durante este trajeto.
As 21h00 pontualmente toca a trombeta do Half-Moon anunciando a partida e todos celebram. Pouco depois de sairmos do cais, os músico já tomavam seus lugares. Uma introdução que já deixou o Half Moon chacoalhando junto mostrou a que o Budos tinha vindo. Um show tomado de climas impressionantemente visuais, como trilha sonora de um filme blaxploitation imaginário rodado no deserto do Sahara, tocados com uma fúria tamanha que a profecia se concretizou: no meio de "Cairo", uma das inéditas do show, vem uma tempestade não se sabe de onde (!!!) que lava parte da bateria e dos percussionistas. Mas eles não se abalam nem param. O público vai ao êxtase antes mesmo do show começar propriamente!
Aí se seguem "Scorpion" e "Mas o Menos" e o público já esta totalmente ganho. Os solos são contagiantes, não tem um ser parado no barco – mesmo porque nem o barco fica parado! Músicas do primeiro e do segundo discos são intercaladas com inéditas que anunciam um outro ótimo disco da Budos. Jared Tankel, sax barítono e condutor da banda comenta que pelo visto as pessoas aprovavam as músicas novas, o que é respondido pelo público com entusiasmo. E eles descem mais a mão, com "Eastbound", do primeiro disco.
Um pequeno break deixa todo mundo se olhando, alguns se perguntam "vc viu isso?" como se presenciassem uma visita alienígena. Tem um clima de momento único no ar, realmente!
Acordes de guitarra anunciam que eles estão a postos novamente. Todos que estão no andar de baixo do barco se apressam, ninguém quer perder nada. Teclado e guitarra fazem uma introdução arrastada de "The Volcano Song" seguida pelo afoxé de Rob, esperando os outros músicos se posicionarem... explodem os sopros e o clima é retomado de onde parou, como se o break não tivesse acontecido. Sem dar tempo de ninguém pensar demais, "Ride or Die" vem derrubando a porta, bem no instante que passamos sob a ponte de Manhattan. Todo mundo delira, grita, inclusive os músicos. Ao fim da música, Jared fala "Queria agradecer vocês por terem ficado para nossa segunda entrada..." e todos riem, já que nem teriamos muita opção. Mas garanto que mesmo se tivessemos, ninguém arredaria o pé dalí. Enquanto todos comentam a piada, "King Kobra" começa, fazendo a trilha para a vista da ponte que passa e o skyline. É indescritível a mistura.
Duas outras inédita devolvem o clima de festão, mas Jared ainda não está satisfeito. "Acho que já é hora de tocarmos um hit". Thomas Brenneck (também guitarrista dos DapKings), começa a tocar "My Girl" do Temptations, que vai se transformando em "His Girl", essa da Budos Band.
Enquanto eles tocam outras inéditas, a Estátua da Liberdade vai passando e, coitada, o show está tão mais interessante que pouca gente parece se importar com ela.
A última música é anunciada, sob protestos. Eles rebatem, "po, foram 2h20 de show!". Caramba, foram mesmo! Parecia menos de 1 hora! "Up from the South" é celebrada até a última gota, todos sabem que terão de levá-la pra casa. Os músicos não fazem por menos e tratam-na com carinho, se esmerando nos solos, culminando num final triunfante. Todos aplaudem extasiados, agradecem muito. Eles retribuem e dizem que tiveram uma noite inesquecível.
Segue uma fila para a saída; um cara e a namorada me perguntam de onde eu sou. Respondo e eles perguntam se eu achei tudo o que eles acharam do show. É claro que eu confirmo, mas eles achavam que como temos carnaval isso seria algo muito "branco" pra gente (vai entender). É realmente intrigante não ter nem um negro na Budos Band, mas acho que isso não significa nada. Eles também se espantam de saber que eu conhecia a banda já no Brasil, se aqui mesmo eles ainda são obscuros (de certa forma). Um outro cara se apresenta, Oyebade, diz que é "ethnomusicologist" (caceta!) nigeriano, estava morando na América, estudava a herança de Fela e o Afrobeat e achou interessante as pessoas conhecessem afrobeat no Brasil. Eu disse que não era bem assim, que a gente se esforçava para divulgar mas ainda era pouca gente que dava o devido valor. Seguimos juntos em direção ao metrô, falando disso, e de como o Fela ainda tinha muito a dar e ser divulgado.
Antes de chegarmos na estação da 6th ave com a 23th, uma barreira policial. Nos perguntamos o que seria; "It's New York", Oyebade resume. No despedimos e fomos cada um pra um lado pegar seus trens em outras estações. Curioso que sou, voltei até um cara que contava pra todo mundo o que vira. "Choveu tanto e tão forte que um galho caiu em cima de um taxi que passava na rua!". Ele contava a história entusiasmado, como se fosse a única testemunha de um fato histórico e que sua função era espalha-lo. Eu ri, acho que sei mais ou menos como ele se sentia. Eu passei pela mesma coisa nesta noite. E acho até que sei o que causou esta chuva toda..."
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Los Hermanos
Ontem, lá estava eu!
Show bacana, cortesia de Mr. Mauricio "A Lenda" Valladares e seu Ronca Ronca, responsável pela seleta musical antes e depois do show.
Quanto à apresentação, achei legal, um pouco diferente da que tinha visto em 2009 na abertura para o Radiohead. Dessa vez a banda parecia mais afiada (algo natural em se tratando de um dos últimos shows de uma turnê), mas também menos urgente que da primeira vez que os vi. Traduzindo, os arranjos estavam um pouco mais pé no freio, ainda que o final com as músicas do primeiro disco tenha sido arrebatador.
E como são boas as músicas do Amarante!!!
O Espaço das Américas é um lugar interessante para shows, localização fácil, muito grande dentro, o que possibilita áreas isentas de muvuca, mas ainda assim com boa visão. A acústica do lugar, há que se dizer, deixa um pouco a desejar.
E a sonorização do Mau Val, bom, ainda que eu não tenha chegado tão cedo, é um capítulo à parte.
Entrei com a igrejinha do Sambanzo fazendo blém, blém blom!
Agora, a catarse (pessoal) veio com A Love Supreme ecoando nos PAs. Transcendental! Ainda que por osmose e sem plena consciência disso, garanto que 8.000 pessoas tiveram alguns minutos de felicidade interior ao som de Coltrane.
E logo após o show, foi demais ver um monte de casais dançando colados ao som de Gainsbourg!!!
Salva o nosso Ronca Ronca!!!
Show bacana, cortesia de Mr. Mauricio "A Lenda" Valladares e seu Ronca Ronca, responsável pela seleta musical antes e depois do show.
Quanto à apresentação, achei legal, um pouco diferente da que tinha visto em 2009 na abertura para o Radiohead. Dessa vez a banda parecia mais afiada (algo natural em se tratando de um dos últimos shows de uma turnê), mas também menos urgente que da primeira vez que os vi. Traduzindo, os arranjos estavam um pouco mais pé no freio, ainda que o final com as músicas do primeiro disco tenha sido arrebatador.
E como são boas as músicas do Amarante!!!
O Espaço das Américas é um lugar interessante para shows, localização fácil, muito grande dentro, o que possibilita áreas isentas de muvuca, mas ainda assim com boa visão. A acústica do lugar, há que se dizer, deixa um pouco a desejar.
E a sonorização do Mau Val, bom, ainda que eu não tenha chegado tão cedo, é um capítulo à parte.
Entrei com a igrejinha do Sambanzo fazendo blém, blém blom!
Agora, a catarse (pessoal) veio com A Love Supreme ecoando nos PAs. Transcendental! Ainda que por osmose e sem plena consciência disso, garanto que 8.000 pessoas tiveram alguns minutos de felicidade interior ao som de Coltrane.
E logo após o show, foi demais ver um monte de casais dançando colados ao som de Gainsbourg!!!
Salva o nosso Ronca Ronca!!!
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Tropa de Elite
Rolou ontem o tal tributo da MTV ao Legião Urbana, com os dois membros originais vivos, Dado e Bonfá, e o Wagner Moura nos vocais.
Antes de mais nada, uma pequena introdução.
A Legião Urbana foi o meu The Beatles. A banda responsável pela minha principal formação musical. A primeira banda do coração.
E como tudo que você ouve em demasia, deu um certo bode.
Bode esse que durou bem uns 10 anos, mas de uns 2 anos pra cá consegui ouvir novamente os discos da banda, dessa vez sem a idolatria juvenil e boba (ainda que importante em muitos momentos da vida), mas com o olho (e ouvido) do aficionado por música, que já passou por muitos e muitos discos nesse período.
Talvez escreva sobre isso melhor depois, mas minha releitura da Legião Urbana me levou a apreciar uma banda fortemente influenciada pelo rock inglês do final dos anos 70 em diante, e chegar à conclusão de que se trata da verdadeira banda punk brasileira (talvez só o Camisa de Vênus seja um "rival" à altura).
Bom, dito isso, admito que não tinha qualquer intensão de ver esse show com o Wagner Moura. A princípio, me parecia ultra oportunista.
Mas nesse último final de semana, quase sem querer (com trocadilho mesmo), vi o especial com os ensaios, e uma frase do Bonfá me fez mudar de idéia: "a Legião Urbana não existe mais".
Assim, com o atestado de que ninguém estava se levando a sério demais com esse projeto, que a intenção era se divertir (mas com ensaios, pra sair direitinho), e proporcionar um show para pessoas que provavelmente nunca tinham visto a banda ao vivo, ontem me prostrei na frente da TV das dez à meia noite.
Quanto ao show, os sentimentos foram contraditórios.
Foi bom ver o Dado e o Bonfá tocando juntos, acompanhados por uma banda de apoio competente.
O som falhou algumas vezes, especialmente no microfone do vocalista. A guitarra do Dado em alguns momentos estava meio fora da ordem também (o que ajudou a arruinar Fábrica, por exemplo).
A performance do Wagner Moura certamente despertará muita polêmica. Mas a verdade é que alguns pontos devem ser levados em consideração: 1) ele é ator, não cantor (tá certo, ele tem uma banda que até já gravou disco, mas estou falando aqui de profissão mesmo); 2) o cara estava nervoso, especialmente no início, tanto por estar na frente de 7.000 pessoas, como por tocar com caras que são seus ídolos, ademais, ele certamente sabia que os olhos estava todos voltados para sua performance, e tenho certeza de que ele sabe que seria massacrado pela inteligenzia; 3) ele nitidamente teve problemas de adaptação com os monitores de ouvido, aliás, a performance melhorou muito quando ele tirou os fones; 4) a maioria das músicas não favorecia o timbre e alcance vocal do Capitão Nascimento; 5) essas músicas estão tão incrustradas no inconsciente coletivo que fica quase impossível não comparar.
Pois bem, tirando todos esses fatores, dá para dizer que a performance foi ok, ainda que tenha sido realmente muito esforçada. Umas 5, no máximo 6 músicas ficaram realmente legais. No mais, foi até meio tenso de ver.
Andrea Dória, ainda na parte inicial do show, e uma das músicas mais absurdas da Legião, foi muito interessante, com a participação do Fernando Catatau, do Cidadão Instigado.
Fato é que as melhores apresentações não contaram com os vocais do ator. Teatro dos Vampiros mostrou que o Marcelo Bonfá é um ótimo cantor. Geração Coca Cola foi cantada pelo Dado em arranjo acústico e com a gaita de Clayton Martins, também do Cidadão Instigado.
Mas o ponto alto e realmente surpreendente da noite foi a participação do Mr. Gang of Four, Andy Gil, que se juntou aos dois legionários e a Bi Ribeiro (Paralamas), acompanhados novamente pelo Catatsau, para Damaged Goods e Ainda é Cedo.
Fato é que, independentemente de qualquer crítica, por mais merecida que seja, o cara pode dizer que já dividiu um palco com Marcelo Bonfá, Dado Villa-Lobos, Bi Ribeiro e Andy Gil, e isso não é pouca coisa não!!!
Antes de mais nada, uma pequena introdução.
A Legião Urbana foi o meu The Beatles. A banda responsável pela minha principal formação musical. A primeira banda do coração.
E como tudo que você ouve em demasia, deu um certo bode.
Bode esse que durou bem uns 10 anos, mas de uns 2 anos pra cá consegui ouvir novamente os discos da banda, dessa vez sem a idolatria juvenil e boba (ainda que importante em muitos momentos da vida), mas com o olho (e ouvido) do aficionado por música, que já passou por muitos e muitos discos nesse período.
Talvez escreva sobre isso melhor depois, mas minha releitura da Legião Urbana me levou a apreciar uma banda fortemente influenciada pelo rock inglês do final dos anos 70 em diante, e chegar à conclusão de que se trata da verdadeira banda punk brasileira (talvez só o Camisa de Vênus seja um "rival" à altura).
Bom, dito isso, admito que não tinha qualquer intensão de ver esse show com o Wagner Moura. A princípio, me parecia ultra oportunista.
Mas nesse último final de semana, quase sem querer (com trocadilho mesmo), vi o especial com os ensaios, e uma frase do Bonfá me fez mudar de idéia: "a Legião Urbana não existe mais".
Assim, com o atestado de que ninguém estava se levando a sério demais com esse projeto, que a intenção era se divertir (mas com ensaios, pra sair direitinho), e proporcionar um show para pessoas que provavelmente nunca tinham visto a banda ao vivo, ontem me prostrei na frente da TV das dez à meia noite.
Quanto ao show, os sentimentos foram contraditórios.
Foi bom ver o Dado e o Bonfá tocando juntos, acompanhados por uma banda de apoio competente.
O som falhou algumas vezes, especialmente no microfone do vocalista. A guitarra do Dado em alguns momentos estava meio fora da ordem também (o que ajudou a arruinar Fábrica, por exemplo).
A performance do Wagner Moura certamente despertará muita polêmica. Mas a verdade é que alguns pontos devem ser levados em consideração: 1) ele é ator, não cantor (tá certo, ele tem uma banda que até já gravou disco, mas estou falando aqui de profissão mesmo); 2) o cara estava nervoso, especialmente no início, tanto por estar na frente de 7.000 pessoas, como por tocar com caras que são seus ídolos, ademais, ele certamente sabia que os olhos estava todos voltados para sua performance, e tenho certeza de que ele sabe que seria massacrado pela inteligenzia; 3) ele nitidamente teve problemas de adaptação com os monitores de ouvido, aliás, a performance melhorou muito quando ele tirou os fones; 4) a maioria das músicas não favorecia o timbre e alcance vocal do Capitão Nascimento; 5) essas músicas estão tão incrustradas no inconsciente coletivo que fica quase impossível não comparar.
Pois bem, tirando todos esses fatores, dá para dizer que a performance foi ok, ainda que tenha sido realmente muito esforçada. Umas 5, no máximo 6 músicas ficaram realmente legais. No mais, foi até meio tenso de ver.
Andrea Dória, ainda na parte inicial do show, e uma das músicas mais absurdas da Legião, foi muito interessante, com a participação do Fernando Catatau, do Cidadão Instigado.
Fato é que as melhores apresentações não contaram com os vocais do ator. Teatro dos Vampiros mostrou que o Marcelo Bonfá é um ótimo cantor. Geração Coca Cola foi cantada pelo Dado em arranjo acústico e com a gaita de Clayton Martins, também do Cidadão Instigado.
Mas o ponto alto e realmente surpreendente da noite foi a participação do Mr. Gang of Four, Andy Gil, que se juntou aos dois legionários e a Bi Ribeiro (Paralamas), acompanhados novamente pelo Catatsau, para Damaged Goods e Ainda é Cedo.
Fato é que, independentemente de qualquer crítica, por mais merecida que seja, o cara pode dizer que já dividiu um palco com Marcelo Bonfá, Dado Villa-Lobos, Bi Ribeiro e Andy Gil, e isso não é pouca coisa não!!!
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Sonic Youth en Paris
Show inteirinho, no Rock en Sienne, ali mesmo, na Cidade Luz, na beira do Sena.
P... luxo, não?
terça-feira, 24 de abril de 2012
Justiça seja feita
E não é que a Folha de São Paulo, que fez uma cobertura pífia - para não dizer ressentida - da turnê do Bob Dylan no Brasil, botou no seu site a melhor resenha do show do dia 21 em São Paulo?
O jornal colocou o cartunista Rafael Grampá para assistir o show e a pérola está aqui embaixo:
O jornal colocou o cartunista Rafael Grampá para assistir o show e a pérola está aqui embaixo:
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Ela é do tempo do Bob ...

Não, esse texto não tem qualquer relação com o figura mor Otto.
Não sou neófito quando o assunto é Bob Dylan.
Sou um neófito quando o assunto é Bob Dylan.
Tudo depende do termo de comparação.
Confesso, desde logo, que não tinha sequer cogitado em ir ao show do bom e velho Bob.
Fato é que, desde a semana passada, ao ler o que era publicado sobre os primeiros shows aqui no Brasil, foi batendo uma crescente vontade de enfrentar o monstro. Ainda assim, o fator grana pesava na decisão.
Eis que, na quinta feira de noite, eu, que já havia batido na trave em 2008 (fiquei muito perto de ganhar os ingressos), recebi a ligação salvadora de meu irmão. A notícia era quase milagrosa, ele havia ganhado um par de ingressos, e nosso destino estava então traçado para o sábado à noite.
Sábado, 21 de maio, 21hs, com o Credicard Hall ainda mais cheio fora que dentro, fomos procurar nossos lugares, e qual não foi a surpresa ao descobrirmos que estávamos carinhosamente posicionados na 11ª fileira, quase nos cornos do “homem”.
Com uma pontualidade inacreditável (para padrões brasileiros) e sempre desejável, com a casa praticamente lotada (poucos espaços livres nos lugares de preços proibitivos), o show começa de forma arrasadora, e assim segue até o final.
Francamente, assim que me dei conta de que estava olhando uma das figuras mais importantes da história meus olhos se encheram de lágrimas e assim permaneceram pelo menos durante as três primeiras músicas.
O som estava muito bom.
A banda parece incrivelmente afiada, e faz uma cama de som alto e sujo para que Mr. Dylan deite e role.
A voz, tão criticada pela imprensa bunda mole (você mesmo Folha de São Paulo, UOL e afins), cai como uma luva na usina sonora produzida pela banda.
Rouca sim, ligeiramente desafinada (é o Bob Dylan, certo?), mas, principalmente, cavernosa, lembrando em muitos momento um Tom Waits com um tom (muito) menos grave.
Nada do folk dos primeiros anos, nem tampouco da exuberância da The Band, o assunto aqui é rock direto e básico, com altas doses de blues e country (o legítimo).
O Mestre, com toda a classe de quem já mudou, literalmente, os rumos da música no mundo, e que seguramente está entre os cinco artistas mais importantes da história da música popular, seguiu, música após música, entortando as melodias vocais, o que, dizem os entendidos, faz de cada show uma experiência única.
Fato é que Dylan pareceu se divertir o tempo todo, na maior parte, tocando os teclados que fazem toda a diferença no caldo sonoro. Por duas vezes empunhou a guitarra e sempre que tocou sua famosa gaita levantou urros de prazer na plateia.
O mais curioso é que os arranjos por muitas vezes tornam as músicas difíceis de reconhecer e quase impossíveis de cantar junto (só reconheci Blowin In The Wind quando chegou o refrão). Além disso, com algumas das músicas tive contato ali mesmo.
De qualquer forma, nada disso importa, pois a experiência é tão intensa que a única reação possível é apreciar, ver e ouvir com reverência, degustando cada momento de uma apresentação absolutamente histórica.
Quanto ao setlist, e só para não dizerem que não botei defeito, senti falta de Desolation Row, que havia sido tocada em todos os shows brasileiros até então, e de It´s All Over Now, Baby Blue, tocada em BH, salvo engano; o que, honestamente, não fez qualquer diferença frente ao êxtase provocado pelo show.
Como pontos altos, Beyond Here Lies Nothin', do último álbum (sem contar o disco natalino), que tem uma pegada bem parecida com algumas coisas do Tom Waits (olha ele aí de novo), e Ballad of a Thin Man. Essa última, aliás, botou a casa abaixo.
No final das contas, acredito que talvez não tenha sido o melhor show da minha vida até agora, mas tenho a certeza de que foi o show mais “foda” que já vi, dá para entender?
Para finalizar, só um breve comentário sobre a cobertura da imprensa oficial aos shows da turnê brasileira, especialmente por parte dos veículos ligados à Folha de São Paulo.
Não sei se tudo foi motivado pela ausência de credenciamento para jornalistas, o que significa botar a mão no bolso, mas o nível de análise crítica beirou o absurdo.
Primeiro foi a “falta de” voz e a “ausência” de hits. Bom, quanto à “ausência” de hits, de fato, não seria problema algum, levando-se em consideração a qualidade da imensa maioria da obra discográfica de Dylan, em especial os últimos discos, cuja sonoridade lembra muito a da banda ao vivo. Por outro lado, basta olhar os setlists dos shows brasileiros para ver que, conhecendo um pouquinho da obra, o que não faltou foram clássicos.
No que toca à voz, já dei minha opinião, mas não dá para deixar de comentar a matéria em que sugerem que Dylan tem que fazer um tratamento médico e “mudar a forma de cantar”. Santo Deus!!! E se a Folha sugere ao Dylan que consulte o médico que tratou o Zezé Di Camargo (se você não é brasileiro, basta buscar na internet para saber de quem se trata), imaginem o que não falarão se o Tom Waits fizer shows no Brasil (mais uma vez, eu sei, mas é outro show dos sonhos).
Para coroar a não cobertura, o UOL publica no dia do show uma “resenha” analisando o concerto e, claro, criticando. O mote agora é a falta de originalidade, pois o show seria quase idêntico àquele feito em 2008. Aí você lê a matéria e percebe que o único argumento do “jornalista” reside no fato de a música de abertura ser a mesma(!!!) – que por sinal é Leopard-Skin Pill-Box Hat, do Blonde on Blonde (alguém disse que não tinha clássicos no set?) – e que o sujeito provavelmente sequer ficou até o final do show. Simplesmente patético.
Apenas hoje achei duas resenhas bem feitas, do Estadão e da Rolling Stone.
De tudo isso, só tiro uma conclusão: a grande imprensa só serve para pagar as contas de uma meia dúzia de gente boa, mas que acaba escrevendo sobre esses assuntos apenas em seus blogs e afins.
Segue o setlist:
1. Leopard-Skin Pill-Box Hat (Blonde On Blonde - 1966)
2. Don't Think Twice, It's All Right (Freewhelin’ – 1963)
3. Things Have Changed (Trilha sonora filme "Wonder Boys" - 2000)
4. Tangled Up In Blue (Blood In The Tracks - 1975)
5. Beyond Here Lies Nothin' (Together Through Life – 2009)
6. To Make You Feel My Love (Time Out of Mind - 1997)
7. Honest With Me (Love & Theft – 2001)
8. Every Grain Of Sand (Shot of Love - 1981)
9. The Leave's Gonna Break (Modern Times - 2006)
10. A Hard Rain's A-Gonna Fall (Freewhelin’ – 1963)
11. Highway 61 Revisited (Highway 61 Revisited - 1965)
12. Love Sick (Time Out of Mind - 1997)
13. Thunder On The Mountain (Modern Times - 2006)
14. Ballad Of A Thin Man (Highway 61 Revisited - 1965)
15. Like A Rolling Stone (Highway 61 Revisited - 1965)
16. All Along The Watchtower (John Wesley Harding - 1968)
17. Blowin' In The Wind (Freewhelin’ – 1963)
E um vídeo (da platéia) só para dar um gostinho:
sábado, 21 de abril de 2012
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Mais SWU
Minhas impressões sobre o último dia do festival:
1. Sonic Youth - selvagem e histórico! Integridade artística até o final!
2. Primus - simples e legal, como nos velhos tempos.
3. Megadeth - já falei algumas vezes minha teoria sobre heavy metal, não preciso ficar repetindo. Duas músicas muito legais, Hangar 18 e Holy Wars, e nada mais.
4. Stone Temple Pilots - muito parecido com o show de dezembro do ano passado. Competente e fácil de agradar à galera.
5. Alice In Chais - das bandas de Seatle, tirando a justa empolgação inicial com Smells Like Teen Spirit e o Nevermind, o Alice In Chais foi a que mais fez minha cabeça na época. Só que com esse vocalista novo, que fica longe de comprometer, parce cover de si mesmo. Melhor ouvir os cds velhos de guerra.
6. Faith no More - ainda não rolou, mas deve ser, em termos gerais, o melhor show do festival, pois a matemática é simples: muitos hits e banda super competente.
Tá certo, gosto das coisas dos anos 90, cresci musicalmente nessa época e muitos dos sons têm um apelo emocional grande, mas ficou uma sensação de várias auto paródias, covers de si mesmos.
O line up do ano passado estava infinitamente superior.
Vejamos o ano que vem.
1. Sonic Youth - selvagem e histórico! Integridade artística até o final!
2. Primus - simples e legal, como nos velhos tempos.
3. Megadeth - já falei algumas vezes minha teoria sobre heavy metal, não preciso ficar repetindo. Duas músicas muito legais, Hangar 18 e Holy Wars, e nada mais.
4. Stone Temple Pilots - muito parecido com o show de dezembro do ano passado. Competente e fácil de agradar à galera.
5. Alice In Chais - das bandas de Seatle, tirando a justa empolgação inicial com Smells Like Teen Spirit e o Nevermind, o Alice In Chais foi a que mais fez minha cabeça na época. Só que com esse vocalista novo, que fica longe de comprometer, parce cover de si mesmo. Melhor ouvir os cds velhos de guerra.
6. Faith no More - ainda não rolou, mas deve ser, em termos gerais, o melhor show do festival, pois a matemática é simples: muitos hits e banda super competente.
Tá certo, gosto das coisas dos anos 90, cresci musicalmente nessa época e muitos dos sons têm um apelo emocional grande, mas ficou uma sensação de várias auto paródias, covers de si mesmos.
O line up do ano passado estava infinitamente superior.
Vejamos o ano que vem.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
SWU hoje
Algumas impressões:
1. Chris Cornell - a voz estava muito boa. Fiquei impressionado com a atenção da platéia, considerando uma apresentação só de voz e violão;
2. Duran Duran - gosto muito. Repertório infalível, um bom disco novo e a banda bem azeitada, apesar da idade. Ficou apenas uma sensação de que num lugar menor e para um publico mais cativo seria bem melhor;
3. Peter Gabriel - voz maravilhosa. Show sensacional, muito bonito. Mais uma vez me surpreendeu a atenção da platéia. Shows como esse são ótimos para educar o publico brasileiro de festivais;
4. Lynard Skynnard (acho que é assim que se escreve)- um dinossauro do rock, e como tal pesado, arrastado e extinto. Em resumo, muito, mas muito chato! Pra quem ainda compra o sonho da vida na estrada no Sul dos Estados Unidos. Impossível esperar pelas duas ultimas músicas. Pra finalizar, paciência zero para Classic rock. E que falta fez uma apresentação do Neil Young. Se bem que um ZZ Top tambem não faria feio.
5. Resumo da noite - no dia da terceira idade os melhores shows foram aqueles cheios de silêncios!
Nos falamos amanha, dia dos anos 90.
Abs
1. Chris Cornell - a voz estava muito boa. Fiquei impressionado com a atenção da platéia, considerando uma apresentação só de voz e violão;
2. Duran Duran - gosto muito. Repertório infalível, um bom disco novo e a banda bem azeitada, apesar da idade. Ficou apenas uma sensação de que num lugar menor e para um publico mais cativo seria bem melhor;
3. Peter Gabriel - voz maravilhosa. Show sensacional, muito bonito. Mais uma vez me surpreendeu a atenção da platéia. Shows como esse são ótimos para educar o publico brasileiro de festivais;
4. Lynard Skynnard (acho que é assim que se escreve)- um dinossauro do rock, e como tal pesado, arrastado e extinto. Em resumo, muito, mas muito chato! Pra quem ainda compra o sonho da vida na estrada no Sul dos Estados Unidos. Impossível esperar pelas duas ultimas músicas. Pra finalizar, paciência zero para Classic rock. E que falta fez uma apresentação do Neil Young. Se bem que um ZZ Top tambem não faria feio.
5. Resumo da noite - no dia da terceira idade os melhores shows foram aqueles cheios de silêncios!
Nos falamos amanha, dia dos anos 90.
Abs
domingo, 13 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
SWU
Diretamente do festival SWU (na frente da TV, claro!).
O tal do Kanye West está no palco. Dizem que ele é um gênio!
Ainda não consegui captar a genialidade do cara.
Acho que ele tem umas três ou quatro músicas bacanas e só. É estrela pra cacete, mala mesmo.
Do pouco que já rolou do show, tudo me pareceu pretensioso demais e muito, mas muito chato mesmo!
Na boa, o doidão Snoop Doogy fez show antes, com banda, cenário completo e umas dançarinas muito diferentes das bailarinas do Kanye, e arrebentou.
Logo mais tem o Black Eyed Peas, que nem vou comentar, pois devem quebrar tudo mesmo com a competência de sempre.
O tal do Kanye West está no palco. Dizem que ele é um gênio!
Ainda não consegui captar a genialidade do cara.
Acho que ele tem umas três ou quatro músicas bacanas e só. É estrela pra cacete, mala mesmo.
Do pouco que já rolou do show, tudo me pareceu pretensioso demais e muito, mas muito chato mesmo!
Na boa, o doidão Snoop Doogy fez show antes, com banda, cenário completo e umas dançarinas muito diferentes das bailarinas do Kanye, e arrebentou.
Logo mais tem o Black Eyed Peas, que nem vou comentar, pois devem quebrar tudo mesmo com a competência de sempre.
sábado, 8 de outubro de 2011
O Sistema
Vendo agora o show do System of a down (uma banda da qual não conheço quase nada) no Rock In Rio (as críticas da imprensa foram tão boas que me despertaram uma curiosidade tremenda), confesso que fiquei impressionado com a receptividade do público. Honestamente não fazia a menor idéia de que a banda tivesse um público tão entusiasmado no país.
Esse foi, sem dúvida, um acerto da produção.
Esse foi, sem dúvida, um acerto da produção.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Sonrisal
Impressão minha ou o Jamiroquai morreu e esqueceram de enterrar?
Acho que meu humor está meio ácido hoje!
E o olha que eu gosto muito dos 3 primeiros álbuns da banda!
É só ver a diferença da vibe da platéia pro show da Janelle Monae (estou atordoado até agora!).
Queria ver o Little Stevie Wonder, mas não vai rolar, tenho um bebê para recepcionar amanhã de manhã.
Abs.
Acho que meu humor está meio ácido hoje!
E o olha que eu gosto muito dos 3 primeiros álbuns da banda!
É só ver a diferença da vibe da platéia pro show da Janelle Monae (estou atordoado até agora!).
Queria ver o Little Stevie Wonder, mas não vai rolar, tenho um bebê para recepcionar amanhã de manhã.
Abs.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Cacildis!!!!!
De onde veio essa Janelle Monae?!!!!!!
Nunca tinha visto/ouvido nada dela.
Agora ao ver seu show no Rck In Rio estou absolutamente embasbacado.
A menina está botando fogo na platéia(!!!!), que, aliás, se mostra bem apática com atrações pouco conhecidas em terras brasileiras.
Só consigo chegar a algumas conclusões:
1. Soul e Funk são, definitivamente, coisa de negros norte-americanos;
2. Amy quem?
3. Agora entendo o porque de a Joss Stone ter tocado à tarde no palco secundário e Janelle estar no palco principal;
4. Fiquei com dó, muito dó, da Kate Perry, Rihana e da tal da Kesha (que ainda vai tocar)!!!!
5. Com certeza o show mais surpreendente do festival;
6. Talvez só os shows do Metallica e o Stevie Wonder (olha a bagagem deles!) tenham bala para igualar esse show;
7. Preciso comprar esse disco!!!!
Nunca tinha visto/ouvido nada dela.
Agora ao ver seu show no Rck In Rio estou absolutamente embasbacado.
A menina está botando fogo na platéia(!!!!), que, aliás, se mostra bem apática com atrações pouco conhecidas em terras brasileiras.
Só consigo chegar a algumas conclusões:
1. Soul e Funk são, definitivamente, coisa de negros norte-americanos;
2. Amy quem?
3. Agora entendo o porque de a Joss Stone ter tocado à tarde no palco secundário e Janelle estar no palco principal;
4. Fiquei com dó, muito dó, da Kate Perry, Rihana e da tal da Kesha (que ainda vai tocar)!!!!
5. Com certeza o show mais surpreendente do festival;
6. Talvez só os shows do Metallica e o Stevie Wonder (olha a bagagem deles!) tenham bala para igualar esse show;
7. Preciso comprar esse disco!!!!
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Rock (?) in Rio
Mesmo sem os Cavalera Brothers os caras continuam segurando a onda legal!!!
É impressão minha ou esse palco Sunset está muito mais interessante que o principal?
É impressão minha ou esse palco Sunset está muito mais interessante que o principal?
domingo, 25 de setembro de 2011
Tempo real 2
Os Chilli Peppers estão no palco do Rock in Rio, o som está bom, o repertório também, mas, honestamente, John Frusciante faz uma baita falta!!!!!!
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