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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
A volta dos que não foram!!!!
Tá certo, com um pouco de atraso, mas só dá para comemorar a volta do Ronca Ronca ao "rádio". Sim, há 3 semanas na Oi Fm, rádio na web, e mandando aquela desorientação sonora de sempre. E melhor, dá para baixar os programas para o computador!
Vai nessa Mau Val!!!!
Abaixo os três programas que rolaram até agora, aproveitem, garanto que cada programa terá as duas melhores horas do seu dia:
Leitura de final de ano
Ótima companhia desde o Natal, a autobiografia de Ginger Baker realmente vale a pena.
Só o fato de ser o baterista do Cream já o credenciaria a entrar no Monte Olimpo dos Deuses da música.
Mas a coisa vai muito além disso.
Um dos maiores bateristas de todos os tempos, o cara tem inúmeras histórias para contar, todas fantásticas.
Ele foi o único branco realmente aceito na entourage do Fela Kuti, e chegou a tocar com o Papa do Afrobeat substituindo o gigante Tony Allen.
A passagem de seu último contato com Hendrix também é tocante.
Nem vou falar mais nada, para não estragar o prazer, da leitura para quem quiser se aventurar, ou para quem for assistir ao fantástico documentário Beware of Mr Baker (ainda nos cinemas dos EUA).
Sobre o livro, vale dizer que é de fácil leitura (mesmo para quem não domina completamente o inglês), e que seu estilo objetivo torna a leitura bem mais agradável.
Abaixo alguns momentos de Mr. Baker, com certeza o ruivo mais doido a caminhar por esta terra.
Ps. Esse post é dedicado a um grande amigo baterista!!!
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Psicoacustica
Disco novo Dele, com a Crazy Horse, já já aporta por aqui.
Definitivamente, a banda mais selvagem da história do Rock
Definitivamente, a banda mais selvagem da história do Rock
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Wolwerine da Bela Vista
Acabo de ler a biografia do Nasi.
O livro é bem bacana e, ao contrário de muitas biografias, gostoso de ler. Vai direto aos assuntos e não perde tanto tempo esmiuçando a vida do biografado aos 4 anos de idade.
Apesar de bacana, acho que faltou profundidade ao abordar questões como o fim do Ira! e as brigas com a banda e o irmão.
Aliás, o livro parece mais uma "biografia" do Ira! que foi adaptada no meio do caminho para a história da vida de seu vocalista (o que, de fato, parece ser mesmo história do livro).
E mesmo ao tratar do Ira! senti falta de mais informações sobre os processos de composição e gravação de alguns discos. Existe uma grande disparidade no tratamento, enquanto os três primeiros álbuns ganham diversas páginas e capítulos (não injustamente!), outros discos, à exceção do Acústico MTV, são abordados em poucas linhas.
Ainda assim a leitura é recomendada.
Ponto também para o fato de o livro ter me levado de volta à audição de discos do Ira! e do próprio Nasi.
O Ira! foi uma das bandas nacionais de rock que mais curti. Ouvi o som dos caras em momentos antológicos da minha vida, e de quebra vi um showzaço numa festa do finado Bar Venice, lá pelos idos de 97, 98.
Gostei muito do derradeiro disco (Invisível DJ), que meu filho mais velho (7 anos) curte muito também, aliás, desde os 3 anos dele.
Há alguns anos ouvi também o Meninos da Rua Paulo, que achei muito bom (bem inglês no som).
Agora retomei o primeiro e, principalmente, o Psicoacústica, que também são excelentes.
Hoje ouvi o disco solo do Nasi, Onde os anjos não ousam pisar, e caiu melhor que nas primeiras audições.
É desse disco o clipe (e música) fantástico abaixo:
domingo, 23 de setembro de 2012
Para finalizar o VMB
Não importa quem mais tocou, o negócio é que a abertura do VMB foi antológica!
Os dois primeiros discos vão sair em LP, agora só falta o terceiro.
Os dois primeiros discos vão sair em LP, agora só falta o terceiro.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
A última banda grande do rock
Só para reverberar, de leve, uma discussão que rolou no Scream and Yell.
Mais diários de viagem
Outro grande companheiro na viagem à Florida no mês passado foi o volume aí embaixo:
É a auto biografia desse monstro do Jazz, e das quatro cordas.
O livro é fantástico, quase um On The Road (talvez até mais legal de ler hoje em dia) do Jazz. Aliás, inegável que a literatura beat influenciou a escrita do Mingus, assim como o som deste deve ter embalado muitas aventuras de Kerouac e cia.
Algumas passagens são até mesmo antológicas, como a noite de sexo com 23 prostitutas no méxico.
E como cereja no bolo, ainda tem uma discografia essencial recomendada e comentada pelo Roberto Muggiati.
É a auto biografia desse monstro do Jazz, e das quatro cordas.
O livro é fantástico, quase um On The Road (talvez até mais legal de ler hoje em dia) do Jazz. Aliás, inegável que a literatura beat influenciou a escrita do Mingus, assim como o som deste deve ter embalado muitas aventuras de Kerouac e cia.
Algumas passagens são até mesmo antológicas, como a noite de sexo com 23 prostitutas no méxico.
E como cereja no bolo, ainda tem uma discografia essencial recomendada e comentada pelo Roberto Muggiati.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Lobón
Alô galera maluca!!!!
Virada de 1999 para 2000, e eis que surge nas bancas de jornal um CD/Revista muito mais que surpreendente.
Era o novo disco do Lobão, que amargara bons anos de geladeira das gravadoras, mesmo tendo lançado dois ótimos discos.
A Vida é Doce é um álbum fantástico, atormentado, belo, denso e corajoso. O bom e velho Lobo no auge da forma.
Acredite se quiser, vendeu 100.000 cópias (muito para o Brasil da época) em esquema totalmente independente e, repito, em banca de jornal, tudo isso muito antes do Radiohead, In Rainbows e seu lançamento inovador.
Seguem dois vídeos de uma apresentação ao programa Ensaio. A gravação não é das melhores, mas a qualidade da música compensa.
Alô Cultura Marcas, vamos lançar esse bagulho aê!!!
Virada de 1999 para 2000, e eis que surge nas bancas de jornal um CD/Revista muito mais que surpreendente.
Era o novo disco do Lobão, que amargara bons anos de geladeira das gravadoras, mesmo tendo lançado dois ótimos discos.
A Vida é Doce é um álbum fantástico, atormentado, belo, denso e corajoso. O bom e velho Lobo no auge da forma.
Acredite se quiser, vendeu 100.000 cópias (muito para o Brasil da época) em esquema totalmente independente e, repito, em banca de jornal, tudo isso muito antes do Radiohead, In Rainbows e seu lançamento inovador.
Seguem dois vídeos de uma apresentação ao programa Ensaio. A gravação não é das melhores, mas a qualidade da música compensa.
Alô Cultura Marcas, vamos lançar esse bagulho aê!!!
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