quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Black is beautiful!!!

Se o samba nasceu lá na Bahia, o funk não nasceu no Rio de Janeiro, pelo menos não o funk original.

E se o funk nasceu lá nos "esteites", os exemplares nacionais não ficam para trás!

Pra começar, O grande crooner brasileiro:



Salve os mestres supremos:













E outras pedradas (infelizmente rola uma escassez de vídeos da época prejudica um pouco):











E uma boa dose de soul:





quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Especial de quarta...

Um passeio pela discoteca de música brasileira do DJ Nuts:

Cacildis!

Seu Chico e o grito...

Alguns assuntos espinhosos.

Para escancarar, admito de cara que não gosto de Chico Buarque. A minha definição é muito objetiva: é bom, mas é ruim.

Antes que me atirem pedras, deixo claro que se trata apenas e tão somente de minha opinião.

De qualquer forma, essa música é muito foda (tá certo, gosto também daquele disco gravado com o Ennio Morricone, mas aí também é covardia):



Bom, e já que me meti com as "vacas sagradas" da MPB, pela primeira e última vez nesse blog se lerá, verá ou ouvirá falar de Elis Regina. Falem o que quiserem, não gosto e pronto.

Quanto ao vídeo, dá para ver a tensão nos olhos dela quando Hermeto começa a tocar, mas admito que ela se sai bem.

Jovem Guarda

O Rei:



O Fiel Escudeiro:



O Príncipe:



Agora, uma das mais belas músicas do cancioneiro brasileiro:

Crássico!!!

Dezembro é uma "braza"

Conforme prometido, dezembro será totalmente dedicado à música brasileira aqui no blog.

E para começar, nada melhor do que os clássicos:





Na minha modesta opinião, Cartola é O grande da música brasileira!!!

E já que o violão é O instrumento da música brasileira, nada mais apropriado do que o maior violonista que o Brasil já teve:



E viva o samba "torto" de Sampa:



E o samba de "preto véio", ou melhor, da preta véia. Que Deusa!!!



Salve a música do Nordeste, afinal de contas, a origem de tudo:





Sim, o samba nasceu lá na Bahia:





E a bossa, que já não é nova, continua o fino:





E, para finalizar o posto, mas quebrando tudo: